Foi lançado o livro Geografia como profissão: campo, autorrepresentação e historiografia (1934-1955) da pesquisadora Patricia Aranha.
O objeto de estudo deste livro é a institucionalização da geografia como disciplina no Brasil, examinando os ambientes em que os geógrafos eram formados e por onde circulavam profissionalmente, bem como disputas nas quais estavam inseridos, desde as querelas em relação ao curso universitário à consagração do tipo ideal de geógrafo enquanto profissional. Ademais, incorpora as histórias da geografia escritas por geógrafos e os debates relativos às suas narrativas e trabalhos de síntese. O recorte temporal abrange o período de 1930 a 1956, momento da criação de um aparato institucional para a geografia brasileira, composto pelas primeiras cátedras universitárias, além da fundação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, do Conselho Nacional de Geografia, da Associação dos Geógrafos Brasileiros e da Revista Brasileira de Geografia – culminando na separação entre os cursos de Geografia e Historia, em 1955. Dessa forma, analisa-se a referida institucionalização a partir da colaboração entre Universidade e institutos técnico-profissionais, demonstrando que tal relação marcou indelevelmente a história da geografia, podendo ser considerada o principal motor da própria separação entre esta disciplina e a história.
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Grupo de Estudos de Geografia Histórica – DG / UFF-Campos dos Goytacazes
Grupo de Historia y Epistemología de las Cartografías e Imágenes Técnicas
Mauricio Abreu
Razón Cartográfica
Red internacional GEOPAM – Geopolitica Américana dos Séculos XVI-XVII
Revista Brasileira de Educação em Geografia
Revista Tamoios
Calenda
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